Wednesday, January 31, 2007
Computador avariado, blog parado
Quem disse que a informática não falha? Vou actualizando agora, na medida do possível.
Sunday, January 21, 2007
IMPORTANTE
Ler a alínea e do artigo 9º deste site daqui http://www.juventudesocialista.org/ficheiros/Estatutos%202006.pdf
não se esqueçam
não se esqueçam
Saturday, January 13, 2007
Comunicado - Exigencia de pedido formal de desculpas
No seguimento do Comunicado da Lista A, vem a Lista S informar a Academia:
1. Porque a elevação do ambiente político da Faculdade sempre foi nossa preocupação, desde cedo tentámos estabelecer boas relações com a Lista A. Esta acção resultou num acordo de vários aspectos relacionados com o período de campanha eleitoral. Neste âmbito, foi firmado entre os Presidentes das Listas, que as datas da campanha eleitoral e da votação seriam respectivamente 15 e 16, 17 e 18 da próxima semana, sendo apresentada em sede de Reunião Geral de Alunos (RGA) uma proposta conjunta das duas Listas. Ficou ainda definido que seria efectuado um debate, dia 11 de Janeiro, pelas 14h30, com moderação de um Docente da Faculdade acordado entre as partes.
2. Uma hora antes do início da RGA onde seriam marcadas as eleições, veio o Presidente da Lista A informar que afinal havia decidido alterar a sua proposta de data das eleições para dias 18 e 19. A Lista S retorquiu que havia feito fé na palavra dada, gerindo dessa forma os seus timings. Ainda assim a Lista A faltou ao acordado, apresentando uma nova proposta. A Lista S não participou na votação em sinal de protesto, votando apenas o seu Presidente para fazer declaração de voto.
3. No dia 10 de Janeiro às 17h13, o Moderador combinado informou as partes que afinal não poderia estar presente. Recorreu-se então ao Moderador suplente que também não se mostrou disponível. Por volta das 23h00 foi proposto à Lista S a realização do debate, com moderação de um de dois alunos da Faculdade propostos pela Lista A. A Lista S rejeitou esta possibilidade por achar que o debate deve ser moderado por um Docente, e porque 16 horas antes do debate este ainda não tinha sido publicitado. Argumentámos que este acontecimento, por histórico, teria de ser bem organizado. Ficou apalavrada nova data para o debate, a realizar num dos dias de campanha, tendo no momento sido acordado novo Docente Moderador. Este facto ficou suspenso até hoje 6ª feira, perante a eminência de marcação de exame oral de Direito das Obrigações ao Presidente da Lista S, que poderia colidir com o debate.
4. Tendo em conta estes factos que por públicos foram testemunhados por dezenas pessoas dos mais diversos quadrantes da Faculdade, exigimos um pedido de desculpas formal por parte do Conselho de Lista da Lista A, e um comunicado deste mesmo Órgão onde seja reposta a verdade dos factos acima mencionados. Só depois disto consideramos estarem reunidas as condições para restabelecimento do diálogo entre as duas Listas. É triste que na semana antes da votação, venha uma Lista quebrar o clima de calma e elevação pelo qual este período se vinha a reger. Não só nunca rejeitamos o debate como fomos os primeiros a propô-lo.
5. Esta não é nem será nunca a nossa forma de fazer política na Faculdade. Lutaremos sempre contra ela jamais abdicando dos princípios basilares que nos norteiam, como a honra à palavra dada, a confiança e a boa-fé.
O Conselho de Lista da Lista S
Thursday, January 11, 2007
13000 assinaturas para o Movimento de Jovens pelo Sim
Amanhã serão entregues 13 000 assinaturas para a criação do Movimento de Jovens pelo Sim. A luta da nossa vida está ainda a começar, mobilização e trabalho são precisos.
Serão estes os mandatários que as irão entregar:
Alexandre Ferreira (Actor)
André Luz (ATTAC-Portugal)
Joana Seixas (Actriz)
José Guilherme Gusmão (Bloco de Esquerda)
Natasha Nunes (Bloco de Esquerda)
Pedro Nuno Santos (Juventude Socialista)
Pedro Vaz (Juventude Socialista)
Rosa Félix (Movimento Católico de Estudantes)
Sara Gonçalves (Actriz)
Sara Rocha (Activista Independente)
Vera Moreno (Rede Jovem para a Igualdade)
André Luz (ATTAC-Portugal)
Joana Seixas (Actriz)
José Guilherme Gusmão (Bloco de Esquerda)
Natasha Nunes (Bloco de Esquerda)
Pedro Nuno Santos (Juventude Socialista)
Pedro Vaz (Juventude Socialista)
Rosa Félix (Movimento Católico de Estudantes)
Sara Gonçalves (Actriz)
Sara Rocha (Activista Independente)
Vera Moreno (Rede Jovem para a Igualdade)
Wednesday, January 10, 2007
República socialista nas mãos de Chávez
Hoje no JN, artigo de Orlando Castro
"Hugo Chávez tem emergido como o grande líder regional, capaz de influenciar países como a Bolívia ou mesmo Cuba
Aí está a "República Socialista do Século XXI", até ontem também conhecida apenas por Venezuela. O presidente Hugo Chávez inicia hoje o segundo mandato em que quase tudo é novo ministros, vice-presidente, ministérios e nacionalizações. O Mundo, sobretudo na sua parte económica, está em alerta. Politicamente conclui-se que Chávez foi subestimado, não só pelos EUA mas sobretudo pelos seus homólogos regionais de maior relevo, Brasil e Argentina.
O presidente venezuelano emerge como o grande líder regional, mostrando grande mestria política em que, a par do pragmatismo económico, joga com o populismo que o povo gosta de ouvir. Chávez anuncia um empréstimo à Nicarágua; apoia abertamente Rafael Correa (Equador) no conflito com a Colômbia; influencia todas as decisões de Evo Morales (Bolívia) e soma pontos em Cuba junto do previsível sucessor de Fidel Castro, o seu irmão de Raul.
Internamente, a acção de Chávez pode resumir-se à pura e simples extinção da economia privada. Ou seja, o modelo socialista "made in Venezuela" manterá o sector privado sob a tutela do Estado que será quem determinará preços e lucros. Algo que o presidente explica como uma governação baseada em Karl Marx, Vladimir Ilich Lenin e na Bíblia.
Chávez chama-lhe socialismo do século XXI ao estilo de "um líder, um país, uma ideologia". Os analistas ocidentais de há muito que lhe deram o nome de totalitarismo.
Certo, importa recordar, é que Hugo Chávez tem um mandato democrático até 2013 e que lhe foi conferido à luz do mais alto crescimento económico de toda a região - o ano passado foi de 10,3% e este ano deverá chegar aos 6%. É também certo que isso se deveu a factores externos, sobretudo pelo preço do petróleo, e não a investimentos estruturais e estruturantes. Mas isso não é coisa que preocupe os venezuelanos. A Venezuela é o quinto exportador mundial de petróleo, com uma quota de três milhões de barris diários. No senda de passar tudo o que dá dinheiro para as mãos do Estado, o presidente venezuelano vai, "para já", nacionalizar as empresas de electricidade e de telecomunicações. "Temos de recuperar a propriedade dos sectores estratégicos," afirma, referindo-se a todas as empresas que foram privatizadas antes de 1999, ano em que Chávez chegou ao poder.
A primeira fase da transição para o socialismo passa também "pela profunda revisão" da Constituição que os venezuelanos referendaram em Dezembro de 1991 e pela actualização de leis como o "Código de Comércio".
Paradigma da política de Chávez é o facto de o Banco Central da Venezuela perder a autonomia em relação ao Governo, passando a ser um instrumento deste no âmbito do socialismo económico.
Embora, do ponto de vista da legalidade ainda vigente, Hugo Chávez não possa fazer tudo o que anuncia, vai exigir à Assembleia Nacional que promulgue a "Lei Habilitante" que, essa sim, lhe dará "poderes especiais".
A decisão do Parlamento será tomada dentro de 15 dias e tudo indica que serão conferidos ao presidente todos os poderes que ele quer e pelo tempo que ele achar necessário."
"Hugo Chávez tem emergido como o grande líder regional, capaz de influenciar países como a Bolívia ou mesmo Cuba
Aí está a "República Socialista do Século XXI", até ontem também conhecida apenas por Venezuela. O presidente Hugo Chávez inicia hoje o segundo mandato em que quase tudo é novo ministros, vice-presidente, ministérios e nacionalizações. O Mundo, sobretudo na sua parte económica, está em alerta. Politicamente conclui-se que Chávez foi subestimado, não só pelos EUA mas sobretudo pelos seus homólogos regionais de maior relevo, Brasil e Argentina.
O presidente venezuelano emerge como o grande líder regional, mostrando grande mestria política em que, a par do pragmatismo económico, joga com o populismo que o povo gosta de ouvir. Chávez anuncia um empréstimo à Nicarágua; apoia abertamente Rafael Correa (Equador) no conflito com a Colômbia; influencia todas as decisões de Evo Morales (Bolívia) e soma pontos em Cuba junto do previsível sucessor de Fidel Castro, o seu irmão de Raul.
Internamente, a acção de Chávez pode resumir-se à pura e simples extinção da economia privada. Ou seja, o modelo socialista "made in Venezuela" manterá o sector privado sob a tutela do Estado que será quem determinará preços e lucros. Algo que o presidente explica como uma governação baseada em Karl Marx, Vladimir Ilich Lenin e na Bíblia.
Chávez chama-lhe socialismo do século XXI ao estilo de "um líder, um país, uma ideologia". Os analistas ocidentais de há muito que lhe deram o nome de totalitarismo.
Certo, importa recordar, é que Hugo Chávez tem um mandato democrático até 2013 e que lhe foi conferido à luz do mais alto crescimento económico de toda a região - o ano passado foi de 10,3% e este ano deverá chegar aos 6%. É também certo que isso se deveu a factores externos, sobretudo pelo preço do petróleo, e não a investimentos estruturais e estruturantes. Mas isso não é coisa que preocupe os venezuelanos. A Venezuela é o quinto exportador mundial de petróleo, com uma quota de três milhões de barris diários. No senda de passar tudo o que dá dinheiro para as mãos do Estado, o presidente venezuelano vai, "para já", nacionalizar as empresas de electricidade e de telecomunicações. "Temos de recuperar a propriedade dos sectores estratégicos," afirma, referindo-se a todas as empresas que foram privatizadas antes de 1999, ano em que Chávez chegou ao poder.
A primeira fase da transição para o socialismo passa também "pela profunda revisão" da Constituição que os venezuelanos referendaram em Dezembro de 1991 e pela actualização de leis como o "Código de Comércio".
Paradigma da política de Chávez é o facto de o Banco Central da Venezuela perder a autonomia em relação ao Governo, passando a ser um instrumento deste no âmbito do socialismo económico.
Embora, do ponto de vista da legalidade ainda vigente, Hugo Chávez não possa fazer tudo o que anuncia, vai exigir à Assembleia Nacional que promulgue a "Lei Habilitante" que, essa sim, lhe dará "poderes especiais".
A decisão do Parlamento será tomada dentro de 15 dias e tudo indica que serão conferidos ao presidente todos os poderes que ele quer e pelo tempo que ele achar necessário."
Saturday, January 06, 2007
Então Jerónimo?
Quem ouvia hoje a Antena 1, por volta do meio dia, pode assistir à entrevista de Jerónimo Sousa. Pela primeira vez temos o líder comunista a atacar a CGTP e a dizer que Cavaco não pode exigir a Sócrates o que não conseguiu fazer enquanto primeiro-ministro. De pasmar!
Thursday, January 04, 2007
D. Sebastião, Rei de Portugal
Louco, sim louco, porque quiz grandeza
Qual a Sorte não dá.
Não coube em mim a certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.
Minha loucura, outros que a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura o que é o homem
Mais que besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
Fernando Pessoa, Mensagem
Não tenho culpa. Não votei Cavaco.
"Um dos principais co-responsáveis da actual crise, já que esteve em São Bento durante dez anos, encena agora a exigência de resultados, como se José Sócrates tivesse uma varinha mágica para resolver alguns dos clamorosos erros dos últimos governos, como atestou um recente estudo da Comissão Europeia."
Rui Costa Pinto
sobre o discurso de ano novo de Cavaco in Visão
Cantinas gratuitas
Quando lia a versão on-line do Le Monde descobri que hoje, em França, começaram a funcionar as duas primeiras cantinas gratuitas em escolas primárias. Esta medida tem vários apoiantes no país da bandeira tricolor e tende a ser alargada a todo o ensino obrigatório.
Isto sim é uma verdadeira aposta na educação e numa verdadeira política de alimentação saudável para a juventude. Parabéns França!
Wednesday, January 03, 2007
Outra maneira de se fazer politica
Ele em mim não manda nada, porque ele é um ordinário que não presta pa nada. Para mim. Mas digolhe isso a ele mesmo, ele para mim não conta para nada, porque ele é uma merda, ele não percebe nada disto! Uma pessoa está aqui para dar ordens...mandar? Naaaa... trabalhe!!
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
Não sou licenciado nem recenseado
Com paciencia há-de aparecer alguém credenciado
Com Moral, que me faça votar, me faça lutar
Me faça notar e faça escutar a campanha eleitoral
Por enquanto é só comédia, money manipula os média
Que se excedem a assustar o nosso povo com medo
Eu não voto, eu boicoto
Eu sei que é o meu futuro mas não vou acordar cedo
Pa pôr o voto, não vou eleger um chudo ou o cherne
Ou quem governe com charme mas num mês de alterne
E tropeçam mal começam quando quebram a promessa
Não me peçam interesse, vocês não se interessam
Não preciso de reflexão. Já estou decidido
Eu só voto na verdade e não a vejo em nenhum partido
A minha previsão é o privilégio garantido
Para um puto no colégio neto de alguém conhecido
E eu sou, a percentagem que a sondagem nunca mostra
Eu sou, a mente exausta da miragem mal composta
Eu sou, a indiferença e a insatisfação
Eu sou a anti-comparencia, eu sou abstenção
Para muitos é defeito, é de facto imperfeito
E o respeito vem de fato, boy, eleito logo
Para mim é mais um cromo que vai me vai dar um défice
Só me vai dar a fome quando eu só quero é peace
E eu levo isso a peito, esse apelo é saloio
Não sou boi, eu sou conforto no aborto
Liberdade de escolha mas só
Oiço é palavras sem acções ponham uma rolha
E acabem com a brincadeira porque se arrebenta a bolha
A linguagem não é crua entendo mais de morse
Eu nunca vi vos vi na rua a não ser em outdoors
Outro urso, o discurso é coincidencia
Todos querem presidencia para ter nova residencia
É a minha impressão, o meu desabafo
Neurónios memorizam na televisão toda a gaffe
E o staff limpam-vos a boca dos beijos que não convencem
Vocês vencem e já não pertencem ao povo, pensei um pouco
E comecem do inicio, de novo. Alterem e tirem "O SACRIFICIO DO POVO"
E eu devolvo indiferença para foder partidos e blocos
Eles é que estão em alta, a gente anda aqui a contar trocos
E eu sou, a percentagem que a sondagem nunca mostra
Eu sou, a mente exausta da miragem mal composta
Eu sou, a indiferença e a insatisfação
Eu sou a anti-comparencia, eu sou abstenção
Tu és justiça postiça que nos piza a voz
É o que nos diz a pesquisa dos bisavós
Alguns dizem que o povo unido
Não será vencido e aí não duvido
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
O meu Pai era um homem inteligentissimo. Não devia nada a estes cabrões destes filhos de uma puta que estão agora no governo porque é que eles estudaram e eu não estudei? Porque é que eles têm mais estudos do que eu? Ai não sabes? Porque se calhar os Pais deles eram mais ladrões có meu!
Abstenção - Sam the Kid, Pratica(mente)
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
O Povo Unido Jamais Será Vencido
Não sou licenciado nem recenseado
Com paciencia há-de aparecer alguém credenciado
Com Moral, que me faça votar, me faça lutar
Me faça notar e faça escutar a campanha eleitoral
Por enquanto é só comédia, money manipula os média
Que se excedem a assustar o nosso povo com medo
Eu não voto, eu boicoto
Eu sei que é o meu futuro mas não vou acordar cedo
Pa pôr o voto, não vou eleger um chudo ou o cherne
Ou quem governe com charme mas num mês de alterne
E tropeçam mal começam quando quebram a promessa
Não me peçam interesse, vocês não se interessam
Não preciso de reflexão. Já estou decidido
Eu só voto na verdade e não a vejo em nenhum partido
A minha previsão é o privilégio garantido
Para um puto no colégio neto de alguém conhecido
E eu sou, a percentagem que a sondagem nunca mostra
Eu sou, a mente exausta da miragem mal composta
Eu sou, a indiferença e a insatisfação
Eu sou a anti-comparencia, eu sou abstenção
Para muitos é defeito, é de facto imperfeito
E o respeito vem de fato, boy, eleito logo
Para mim é mais um cromo que vai me vai dar um défice
Só me vai dar a fome quando eu só quero é peace
E eu levo isso a peito, esse apelo é saloio
Não sou boi, eu sou conforto no aborto
Liberdade de escolha mas só
Oiço é palavras sem acções ponham uma rolha
E acabem com a brincadeira porque se arrebenta a bolha
A linguagem não é crua entendo mais de morse
Eu nunca vi vos vi na rua a não ser em outdoors
Outro urso, o discurso é coincidencia
Todos querem presidencia para ter nova residencia
É a minha impressão, o meu desabafo
Neurónios memorizam na televisão toda a gaffe
E o staff limpam-vos a boca dos beijos que não convencem
Vocês vencem e já não pertencem ao povo, pensei um pouco
E comecem do inicio, de novo. Alterem e tirem "O SACRIFICIO DO POVO"
E eu devolvo indiferença para foder partidos e blocos
Eles é que estão em alta, a gente anda aqui a contar trocos
E eu sou, a percentagem que a sondagem nunca mostra
Eu sou, a mente exausta da miragem mal composta
Eu sou, a indiferença e a insatisfação
Eu sou a anti-comparencia, eu sou abstenção
Tu és justiça postiça que nos piza a voz
É o que nos diz a pesquisa dos bisavós
Alguns dizem que o povo unido
Não será vencido e aí não duvido
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
O meu Pai era um homem inteligentissimo. Não devia nada a estes cabrões destes filhos de uma puta que estão agora no governo porque é que eles estudaram e eu não estudei? Porque é que eles têm mais estudos do que eu? Ai não sabes? Porque se calhar os Pais deles eram mais ladrões có meu!
Abstenção - Sam the Kid, Pratica(mente)
Colaboradores de Saddam também vão ser executados
Segundo notícia o Diario Digital parece que amanhã serão também executados alguns colaboradores do ex-ditador iraquiano.
Então e quando decidem executar os responsáveis pelo massacre de civis no Vietname, na Indochina, no Kosovo, no Afeganistão, na ocupação do Iraque, nos ataques aos bairros palestinianos e na Guerra do Golfo?
God bless America
O B.E. anda às turras?
Parece que sim, vejamos pois as resoluções políticas aprovadas o mês passado pela corrente APSR e depois vejamos os comentários da corrente esquerdista Ruptura/FER.
Será o início do fim?
Critica...
Este post é em honra do camarada João Gomes, quando afirma o mesmo que é triste que estudantes de direito com grandes médias nunca tenham lido Sartre, apesar de concordar, parece-me mais interessante por exemplo Kafka
Por muito alto que nos coloquemos para julgar a nossa época, nunca será tão alto como o historiador futuro; a montanha onde pensamos fazer o nosso ninho de águia não passará para ele dum ninho de toupeira; a sentença que demos à nossa época figurará entre as peças do nosso processo. Em vão tentaremos ser o nosso próprio historiador: o próprio historiador é personagem histórica. Devemos concentrar-nos em fazer a nossa história às cegas, dia a dia, escolhendo entre todos os partidos aquele que nos parecer ser presentemente o melhor; mas nunca poderemos tomar para com ela os ares altivos que fizeram a fortuna de Taine e Michelet; nós estamos dentro dela. O mesmo acontece com o crítico: é em vão que inveja o historiador das ideias.
Jean-Paul Sartre, in 'Situações II'
Frase da Semana
"Cavaco Silva não podia fazer outra coisa. Era impensável recorrer a um discurso deprimente, como aquele que foi usado por Durão Barroso e que ficou célebre como 'discurso da tanga', como também não podia aplaudir com euforia o Governo.Neste dilema, o Presidente da República teve a inteligência de fazer um discurso vago. Pede resultados. Ora, pedir resultados é a mesma coisa que nada dizer. É encher chouriços."
Jorge Costa e Silva in lobi-do-cha.blogspot.com
Aborto e Concepção
Lia hoje pela manhã o Demoliberal (Jornal da Nova Democracia), quando me deparei com um artigo de opinião do Paulo Gusmão sobre o referendo relativo à interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas. Como é unanime na direita, à direita do PSD, o mesmo artigo apela ao voto no Não no dia 11 de Fevereiro.
O que eu achei mais engraçado no dito artigo, foi o PG utilizar o argumento da concepção como começo da vida, para defender a não escolha da mulher. Muito bem, caso no dia 11 do mês próximo o povo português se decidir pelo Não, gostaria de ver estes senhores da direita a apresentarem uma petição na A.R. a pedir a proibição da venda da pílula do dia seguinte. Pasmem-se pois: no dia seguinte já existiu concepção, logo segundo PG já existe vida.
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