A P @ R E C E !Estás convid@da/o!
Saturday, August 19, 2006
Saturday, August 05, 2006
Obrigado Srª Ministra
- Os resultados dos exames foram ainda mais baixos que nos anos anteriores, sendo a média nacional das notas do exame de quimica de 5.7.
- As Sociedades Portuguesas de Quimica e de Fisica reclamaram alegando que os exames estavam mal redigidos e alguns professores universitários, especialistas na matéria, levaram, segundo eles, duas horas a resolver os exames, o mesmo tempo que era concedido a alunos de 12º ano para o fazerem.
- Inumeras associações de Pais e Professores, pelo país todo, pediram ao ministério a anulação dos resultados dos exames, pois estes prejudicariam as candidaturas ao ensino superior
- Os Critérios de correcção eram demasiado rigidos motivo que baixou a cotação das respostas.
- Para terminar, e aquela que é na minha opinião a razão pela qual os alunos sentiram dificuldades na resolução, pelo menos do exame de quimica, foi o facto de o programa ser totalmente novo, e nem os alunos nem os professores terem a noção daquilo que seria exigido sobre aquela matéria em exame. Resulta portanto num peso dado ao ensino de determinadas secções da matéria nas avaliações ao longo do ano, por parte dos professores, totalmente diferente do peso dessas mesmas matérias em exame. E isto ocorre porque o programa é muitissimo extenso.
Mas como é óbvio, nem todos concordam.
Levanta-se antes de mais, o problema dos alunos que decidiram fazer o exame apenas na segunda fase, não terão a mesma opurtunidade daqueles que fizeram em primeira fase, de repetir. Por outro lado, aqueles que fizeram o exame na primeira fase e o repetiram, não poderão apresentar uma nota melhorada a quimica ou fisica na segunda fase de candidatura. A menos que se crie uma terceira fase de exames de quimica e fisica, mas isso seria exagerar. Por fim, há vários especialistas que afirmam injusto esta opurtunidade de ouro ser apenas atribuida aos alunos de quimica e fisica, e não aos alunos de todas as outras disciplinas. Queixam-se os professores de Matemática, História, Biologia e Geologia de que os seus exames também deviam ter sido repetidos. Porque no fundo, num momento de exame nacional, não é só a competencia dos alunos mas sim também a dos professores, que é testada.
Pela minha parte agradeço muito á Srª Ministra da Educação, ter-me proporcionado que me candidatasse na primeira fase, com pelo menos mais 4 valores do que o meu primeiro exame de quimica tinha sido cotado. Acho que se justifica ser tomada uma medida, pois de facto houve vários erros na redação dos exames, mas não sei se esta (arrojada)decisão foi a melhor. Contudo abstenho-me de me pronunciar mais sobre o sucedido, pois dificilmente o faria de forma imparcial: beneficiou-me imenso=D
Friday, July 07, 2006
Um olhar sobre a Faculdade de Direito de Lisboa
Todas as minhas visões e opiniões sobre a nossa academia serão publicadas em exclusivo neste blog.
Uma vergonha...
Sim, uma vergonha a postura da oposição ao Governo no caso do veto presidencial à lei da paridade. Apesar de ser pessoalmente contra a dita lei, e deixando essa discussão de parte, acho que todo o processo foi bem gerido, quer pelo PS quer pelo Presidente, sendo até muito compreensível, mesmo para quem defenda a existência da lei, a razão do veto. O PS percebeu-o e reformulou-o. Dentro dos trâmites constitucionais normais, a AR, depois de aprovar o diploma, envia-o novamente ao PR para promulgação.
Mas este processo, de resto regulado por um qualquer artigo da Constituição que as minhas saudosas aulas de Direito Constitucional I não me permitem lembrar e a minha preguiça em tirar a Constituição da estante não me possibilita verificar , fez estranheza à oposição. Porque era "desrespeitar e desafiar o Presidente". Oh meus amigos... !!
Sunday, July 02, 2006
Pedro Adão e Silva no seu melhor
Avaliação dos docentes na Faculdade de Direito de Lisboa
O que acontece é que na última reunião do Conselho Pedagógico da FDL, fomos confrontados, através do Professor Loureiro Bastos, com um excelente projecto de avaliação dos docentes por parte da reitoria da Universidade de Lisboa, com recurso a formulários preenchidos pelos alunos. As perguntas que constam dos mesmos visam avaliar não só os assistentes, mas também os regentes, as cadeiras e vários outros aspectos contemplados no Processo de Bolonha. Tendo já tido acesso a um esboço destes mesmos formulários cabe-me apenas apontar o facto de serem um pouco extensivos relativamente ao número de perguntas.
Depois desta reunião, os conselheiros pedagógicos representantes dos discentes, reuniram com o intuito de avaliar e sugerir modificações aos formulários da Universidade de Lisboa. Durante a reunião, surgiu o debate sobre o facto de, com estes novos formulários, deixar de ser necessário a AAFDL realizar os habituais questionários de avaliação aos assistentes, serviços da faculdade e da associação académica. A maioria dos conselheiros considerou que não existe necessidade de haver uma dualidade de avaliações por parte dos alunos e que os actuais inquéritos da AAFDL no futuro se deveriam apenas singir aos serviços prestados pela associação e pela faculdade.
A minha opinião, dentro do grupo de discentes do conselho pedagógico, é minoritária, mas de qualquer maneira sinto-me na obrigação da partilhar com os alunos que me elegeram em Dezembro passado para os representar neste órgão. Na verdade, o meu ponto de vista parte, em primeiro lugar, do facto do tratamento dos dados no caso dos inquéritos da reitoria ser feito ainda não se sabe bem por quem, enquanto que os da AAFDL são feitos pelos alunos, o que pode permitir à própria associação funcionar como um meio de fiscalização dos resultados dos inquéritos da UL. Para além disto, ainda não ficou esclarecido quem vai ter acesso aos resultados da UL, se os mesmos vão ser apresentados em bruto, como vão ser filtrados e se vão chegar aos órgãos das faculdades.
De salutar ainda que a abertura destes inquéritos por parte da UL à avaliação aos regentes e às próprias cadeiras, pode ser uma rampa de lançamento para uma maior abrangência de questões aos inquéritos realizados pela AAFDL. Cabe-me apenas, apelar à direcção da associação e às possíveis listas que surgirão no próximo ano lectivo, para que haja um compromisso com os estudantes de que se manterão os inquéritos aos alunos para a avaliação dos docentes, sem prejuízo de toda a cooperação possível para o bom funcionamento destes novos inquéritos feitos pela equipa reitorial liderada pelo Professor Sampaio da Nóvoa.
México pode eleger hoje um presidente de esquerda. Força Lopez Obrador!
Mais uma vez a idiotice do Sr. Valente
Saturday, July 01, 2006
Frase da semana
Friday, June 30, 2006
E agora?
Tuesday, June 27, 2006

No passado sábado, tomei parte numa manifestação que gritou bem alto pela avenida da liberdade "Homem ou Mulher, eu durmo com quem quiser!".
Antes de mais, sublinho que ao contrário do que possa parecer, esta não era uma manifestação do orgulho gay. E sempre me opus a essas. Não compreendo o motivo de as pessoas quererem afirmar a sua sexualidade publicamente, pois eu não faço o mesmo nem sinto essa nessessidade.
Contudo, esta manifestação protestava contra a homofobia. Tendo como exemplo mais rcente o assassinato de "Gilberta" o travesti assassinado no Norte, muitos homossexuais e heteróssexuais juntaram-se numa tarde sem compreender o porquê de um ódio que leva alguns (dos mais novos até) a matar, pessoas que simplesmente não têm a mesma orientação sexual que a nossa. E é inaceitável num país que se diz minimamente liberal, haverem continuamente situações de descriminação, que pdoe em alguns casos levar á violencia, de pessoas homossexuais.
A JS/FAUL marcou presença neste evento, afirmando-se mais uma vez do lado de uma minoria ainda rejeitada em Portugal, ao lado de pessoas que são ainda desfavorecidas pela constituição Portuguesa. É combate da JS a igualdade de direitos entre todos os cidadãos, e uma luta mais recente mas muito importante no caso especifico dos homossexuais. E para mim assumidamente heteróssexual e jovem socialista, devo dizer que foi com grande honra que estive lado a lado com muitas pessoas de orientação sexual diferente da minha, mas com um mesmo fim em vista: acabar com a discriminação.
Nunca serei contra a homossexualidade. Mas serei sempre contra a homofobia
Friday, June 23, 2006
Tuesday, June 20, 2006
Eis que algures na blogosfera...
(José Medeiros Ferreira, in bichos-carpinteiros.blogspot.com)
E o Debate...
Desiludiu-me bastante a postura do João Tiago Henriques. Demasiado agressivo, propõe renovar a JS do zero, mas afirma ter todo o respeito pelos 30 anos que nos antecedem. Propõe melhorar mil vezes a JS, cativar a atenção dos jovens Portugueses, melhorar as suas condições, contactar com tudo e com todos, através... do debate. Nem uma actividade foi discutida ontem, por parte deste camarada. O que me deixa a pensar que nenhuma será promovida pelo secretariado nacional, além do... debate. O debate. É exclusivamente de debate que viverá a JS liderada pelo João Tiago. Nem sequer da utilização das conclusões deste debate, o que me deixa a pensar que será um debate que durará 2 anos. Será que é essa a noção que ele tem sobre a prioridade duma Juventude Partidária?
A unica atitude concreta a tomar pelo João Tiago, e nas palavras do mesmo, será alargar o contacto do secretariado nacional, aos 50000 militantes da JS. Apesar de dizer seguidamente que este consistirá apenas em renuiões periodicas com os coordenadores concelhios (o que na minha concelhia significa que se reunirá com 1 gajo de 2600, que infelizmente nem sou eu) Ele segue que este contacto será feito pela net. Uma novidade estrondosa, para mim que nunca recebi um e-mail da JS. Ou então adicionam-se num grupo Hi5 os 50000. Desde os que têm 29 anos, e se inscreveram (e cagaram) aos 14, áqueles que se inscreveram para ajudar os amigos a ter votos, ou os que se inscreveram e já nem se lembravam. E quem afirma que terá a participação de todos os militantes, não conhece a JS. Portanto não a pode liderar.
De resto o debate perdeu o interesse quando o João Tiago procurou provocar os camaradas que assistiam ao debate, e não compreendiam a fundo tanto os métodos que este camarada procurará utilizar quando for secretário geral (pois ele comete ao longo do seu discurso, várias incongruencias) como as acusações que eram dirigidas ao Pedro Nuno, das quais nenhuma, e mesmo após vários pedidos, foi especificada.
Quanto ao pedro Nuno, assumiu uma postura muito menos agressiva para com os militantes presentes. Ideológicamente representou uma geração que quer ser, de facto, ouvida. Sem divagar demasiado, apresentou todas as propostas trabalhadas pelo secretariado nacional durante o ultimo mandato, e muitas mais trazidas a lume durante o próximo. Explicou a razão de ser da JS durante um ano em que o PS constitui um governo absoluto. Foi mais claro e mais concreto que o seu adversário, e eu tenho a certesa de novo que posso confiar no Pedro Nuno Santos.
O Pedro tem orgulho em ser de esquerda. E ser demasiado á esquerda, não consiste de forma nenhuma em ser a favor das drogas leves, ou do casamento Homossexual. Eu sou contra as drogas leves, e contra o casamento em geral; não obstante considero-me (e consideram-me) muito á esquerda, porque tenho uma noção extrema de igualdade e dos meios para a atingir. Isso é que é ser de esquerda, e só me alegra saber que o secretário geral da minha Juventude Partidária, tem orgulho em ser de Esquerda. E as propostas mais arrojadas apresentadas pela JS não dão protagonismo ao Pedro, DÃO-NO Á JS ! E se alguém não pretender protagonismo para a JS sobretudo alguém que afirma que quer aproximar a JS dos jovens e da sociedade civil, nem sequer é digno de se mostrar como militante!
Dou mais uma vez os Parabéns ao camarada Manuel Portugal Lage, que foi o mais imparcial que lhe pudia ter sido exigido, acalmando muitas vezes as vozes de discordancia que surgiam, pois assim mandavam as regras do debate. E agradeço ao camarada João Roseta que distribuio duas cervejas pelos dois candidatos, independentemente de ter ou não sido em tom de provocação: eu fiquei com uma delas.
Despeço-me com a clara certesa de que vou gostar bastante do congresso nacional
Sunday, June 18, 2006
Nacional futebolismo? Tenham piedade...
De um momento para o outro acabou a a crise e a selecção de futebol pôs cobro à depressão nacional. A Opel da Azambuja continua a querer ir embora, mas o que importa realmente é que ganhamos ao Irão... Tenham piedade!
Tuesday, June 13, 2006
Tuesday, June 06, 2006
Sunday, May 28, 2006
Uma Esquerda Moderna para o século XXI
Um partido deve ser olhado, em primeiro lugar, tendo em conta o seu passado, a sua história enquanto movimento que tem sempre na sua génese a defesa de um método de governação, de um conjunto de valores e muitas vezes um conjunto de princípios que posteriormente servirão para construir a sua agenda política. Observando a questão neste prisma, temos um Partido Socialista nascido na primavera de 1974 e que conseguiu juntar um conjunto de pessoas que tinham em comum uma visão democrática de esquerda para Portugal. Para além disso é preciso lembrar a família europeia e internacional do PS, onde tivemos personalidades como Willy Brandt, Olof Palme, Felipe Gonzalez, Mitterrand e Yasser Arafat. Políticos que em cantos diferentes do mundo construíram uma ideologia do socialismo democrático do século XX, fomentando a paz e uma maior equidade social.
Do lado do PSD temos um partido que vive a reboque, desde da morte de Sá Carneiro, de um conjunto de personalidades que comungam de uma ideologia que não se sabe bem se conservadora de direita ou apenas neo-liberal, mas que será certamente tudo menos social-democrata. Comprovamos isso quando temos uma defesa de políticas que anulam por completo o sentido de Estado Social keyneziano pelo qual se bateram verdadeiramente os democratas de esquerda no século passado. O PSD há muito tempo que deixou de olhar o estado enquanto estratega da economia e regulador do ponto de vista social, a quem cabe construir uma nação forte não só de ponto de vista económico, mas também do ponto de vista social, ambiental, cultural e principalmente humano.
Mas é certo e sabido que a política deve contemplar a construção de um futuro e não só a análise de um passado, embora por vezes seja necessário perceber o passado, para compreender o presente e prever o futuro. Nisso o PS continua, mais uma vez, apostado em construir uma visão de uma esquerda moderna, que se orgulha do seu passado e das conquistas da democracia e da esquerda no seu todo, mas que tenta projectar um futuro em que tenhamos um Portugal mais forte e empreendedor, onde não exista uma clivagem social tão acentuada e onde os grandes interesses (farmácias por exemplo) não prejudiquem o desenvolvimento do nosso país. Enquanto isso o PSD perde-se em sucessivos congressos, à deriva não só na sua liderança, mas igualmente na agenda política que quer para o nosso país. Neste momento a social-democracia laranja não consegue influenciar a governação, não consegue lançar grandes temas para a discussão nacional, não consegue fazer oposição credível e nem sequer consegue construir e solidificar o ser próprio espaço político.
Afinal muitas são as diferenças entre um Esquerda Moderna e responsável apostada em construir um risonho século XXI e a social-democracia laranja que parece estar apagada e perdida num qualquer beco político do nosso país.
Friday, May 26, 2006
IMAGINAI-OS…
Ora, imaginai-os! Imaginai os feirenses servidos por uma rede de transportes capaz de responder às suas necessidades. Imaginai os feirenses a esperarem menos que três meses para obterem uma simples licença de construção de um muro. Imaginai os feirenses a poderem consultar um Plano Director Municipal legal e acabado. Imaginai os feirenses a disporem de Zonas Industriais capazes de albergarem as indústrias existentes com o mínimo de dignidade. Imaginai os feirenses (não desistam, eu sei que para isto é precisa muita imaginação mesmo) a viverem num concelho com saneamento básico concluído.
Vá! Esqueçam as estradas miseráveis (esburacadas e mal iluminadas) de que dispomos. Esqueçam a quase ausência de transportes públicos no nosso concelho. Não lembrem o que se passa (e o que não se passa) no Pelouro das Obras da nossa Câmara. Tirem da vossa mente que não existe um Plano Director Municipal válido neste concelho. Afastem a ideia de que as Zonas Industriais devidamente equipadas só existem no papel. Saneamento? Já que ninguém o fez… esqueçam-no!
Não é bonito o mundo “imaginarius”? Não dei por perdido o tempo que passei a imaginar. Aliás, tenho a sensação de que quem elabora o Plano de Actividades da nossa Câmara é a mesma pessoa que dirige este “Imaginarius”. Ou talvez não… se assim fosse os Planos não seriam iguais ano após ano, sempre haveria imaginação!
É sempre bom poder imaginar. Tenho a certeza que no ano que vem vamos ser novamente convidados para o “Imaginarius”. Quanto aos transportes, Plano Director Municipal, Zonas Industriais, saneamento básico… imaginai-os!
Santa Maria da Feira, 25/05/2006
Leandro Reis







